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Conselho de Assuntos Metropolitanos se reúne na FIEMG

Presidente do colegiado fez um balanço das últimas ações do grupo

A reunião do Conselho de Assuntos Metropolitanos e Municipais da FIEMG, no dia 07/12, teve como temas centrais uma retrospectiva das ações do colegiado em 2016 e 2017. Durante o encontro, que ocorreu na sede da Federação, o presidente do grupo, Frederico Aburachid, comentou sobre a importância dos temas para a entidade.

Aburachid apontou algumas ações de destaque do colegiado durante os últimos dois anos. Uma delas foi a promoção da Frente Mineira da Moda, que objetiva a geração de iniciativas que sustentem o desenvolvimento do setor no estado de forma articulada entre os vários agentes do setor.

Outro exemplo dado por ele para demonstrar a ação do colegiado foi a reforma de lei de licitações. Várias das propostas de modernização da legislação que versa sobre licitações e contratos em âmbito federal, que foram votadas e aprovadas pelo Senado no fim de 2016, nasceram de encontros e discussões dentro da FIEMG. “Temos o exemplo do Seminário “Marco Regulatório das Licitações Públicas no Brasil: Entraves e Alternativas”, que contou com a presença do senador Antonio Anastasia. Muitas das discussões feitas aqui, na Casa da Indústria, foram levadas e aprovadas no em Brasília,” finalizou.

O presidente do colegiado ainda citou outras importantes iniciativas como a participação no projeto Minas no Caminho das Águas, que trata da importância do Fórum Mundial das Águas, que acontece em Brasília, em 2018, além do papel de Minas Gerais como produtor de água, e os desdobramentos do tema em setores como mineração, energia, cidades, além do desenvolvimento sustentável na Bacia do Rio Doce.

“É importante que se faça uma retrospectiva de tudo o que foi feito, pois os temas municipais são muito caros para a entidade. Além disso, o Brasil passou por um período complexo que é ainda mais difícil para os municípios por questões como burocracia e problemas de arrecadação,” disse Aburachid. Ele completou, “temos também um paradoxo nesse quadro, uma vez que somado a isso, de toda a arrecadação apenas 20% vai para os municípios, sendo que eles sediam a maior parte dos problemas e gargalos de nossa infraestrutura”.

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