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Empreendimento, Inovação e Indústria 4.0

Foram temas de destaques de seminário em Contagem

Só o conhecimento promove o crescimento e o mesmo vale para a empresa. Esse foi o mote do Seminário Desafios do Crescimento, promovido pelo Sebrae Minas em parceria com o CIEMG/FIEMG e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Contagem, realizado no dia 23/11 no CIEMG.  

Inovar é a chave, e a grande reflexão é qual interesse o seu produto ou serviço terá amanhã nesse mercado em constante movimento, destacou o palestrante Luiz Barreto sobre a importância da inovação, nesse mercado cada dia mais digital. 

Conseguir detectar as oportunidades e, mais importante, o que esse mercado vai querer daqui a 5 anos, considerando as mudanças cada dia mais velozes é prioridade para o empreendedor seja da indústria ou do comércio, alertou.

Só no primeiro semestre deste ano, 25 milhões de consumidores brasileiros compraram on-line. Apesar da crise na economia, o e-commerce tem registrado crescimento constante desde 2011. 

Na era digital, o cliente é inquieto, tem poder e pressa e a concorrência on-line é mundial, lembrou o palestrante. Ele disse ainda que a logística é crucial no atendimento ao consumidor e também a digitalização e acesso aos seus dados. “No século XXI, o grande eixo do desenvolvimento está focado nos dados sobre o cliente e o mercado”, reforçou.

Vive-se hoje a economia de recomendação e é grande o impacto nas redes sociais, destacou. “São informações disponíveis o tempo todo, tanto sobre o cliente, quanto ao mercado” afirmou Luiz Barreto. E, nesse contexto, “há interatividade o tempo todo e a credibilidade da empresa também é colocada em xeque, na mesma proporção”.

A crise é igual para todos, da mesma forma, o mercado, seja na alta carga tributária, na precária infraestrutura ou no alto custo da mão de obra. Considerados esses fatores que são iguais para todos, ele orienta que o empreendedor deve se preocupar com a empresa "da porta para dentro”, ou seja, o que vai fazer diferença no resultado final é a gestão.

"Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”, finalizou Luiz.

Revolução industrial

Conectar máquinas e pessoas garante menores custos, mais eficiência, melhoria da logística e aumento da produtividade, ressaltou Carlos Tarasón ao apresentar a nova revolução industrial.

Iniciada na Alemanha em 2011, chamada a Indústria 4.0 é “a nova forma de produzir e fazer negócios, por meio da aplicação de tecnologias já existentes, de forma integrada e flexível”, definiu Tarasón.

O futuro está e será cada vez mais baseado em ecossistemas inteligentes, da produção industrial, ao agronegócio, disse o palestrante, e estão aí os robôs na indústria automotiva, máquinas e veículos de carga ou de passeio sem motoristas, entre outros exemplos, citou.

São infinitas as possibilidades da interligação dessa série de tecnologias habilitadoras disponíveis como já é a internet das coisas, de localização, de interface homem e máquina, impressão 3D, de autenticação de segurança, de realidade aumentada, informações nas nuvens, e do Big Data, que gera, armazena, processa e cruza volume cada vez maior de dados.  

 

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