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Presidente da FIEMG recebe o cônsul-geral de Angola no RJ

Rosário Gustavo Ferreira de Ceita quer estreitar laços comerciais do país com Minas Gerais

O cônsul-geral de Angola no Rio de Janeiro, Rosário Gustavo Ferreira de Ceita, foi recebido na sede da FIEMG, no dia 29/01, pelo presidente, Olavo Machado Junior. 

Rosário de Ceita ressaltou os laços existentes entre os países visando a atração de novos investimentos. “O governo angolano tem áreas prioritárias para a atração de investimentos. Sabemos que Minas Gerais tem uma economia bastante rica e diversificada”, diz.

Ele demonstrou maior interesse pela novas tecnologias em mineração e pelos setores de energia, água, saúde, educação, transportes, construção, comércio, indústria transformadora, extrativa e hotelaria e turismo. “Podemos estabelecer parcerias que sejam lucrativas para os dois lados. Temos legislações específicas para investimentos estrangeiros, com incentivos fiscais, leis próprias para os setores e para a atividade comercial”, ressaltou. 

Olavo Machado sugeriu uma ação para colocar na mesma mesa empresários mineiros e angolanos. “Vamos encontrar pontos de convergência e estabelecer uma estratégia que seja perene na promoção de parcerias e negócios. Uma missão empresarial poderá aproximar empreendedores e detectar oportunidades de negócios, principalmente nas áreas da mineração, energia e educação”, afirmou. 

O cônsul estava acompanhado do vice-governador do Estado de Minas Gerais, Antônio Andrade, do vice-cônsul para a comunidade, Domingos Camilo Buanga, do representante comercial da Angola no Brasil, Manuel Vieira Pires Delgado, do empresário Arcanjo Carlos Pimenta e do assessor especial de relações institucionais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Sebastião Rodrigues Machado Nayt Junior.

A balança comercial tem um saldo positivo para o Brasil de US$ 405 milhõies. As exportações brasileiras para a Angola em 2017 registraram US$ 670 milhões e as importações US$ 265 milhões. Entre os produtos mais exportados pelo Brasil estão os metalúrgicos (6%), máquinas e equipamentos (4%), produtos químicos (3%) e transporte (3%). O produto importado pelo Brasil é o petróleo (99%). 

A produção de petróleo na Angola e suas atividades de apoio contribuem com cerca de 50% do PIB, mais de 70% da receita do governo e mais de 90% das exportações do país. Os diamantes contribuem com 5% adicionais para as exportações. A agricultura de subsistência constitui o principal meio de vida para a maioria das pessoas, mas metade dos alimentos do país ainda são importados.

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