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SESI implementa projeto piloto de educação em saúde auditiva

Uso indevido do fone de ouvido pode causar problemas de saúde

Preocupada com o uso indiscriminado de aparelhos de som portáteis com fones de ouvido cada vez mais potentes, o SESI MG implementou um projeto-piloto de educação em saúde auditiva em duas escolas de Contagem e outras quatro da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

“Além de trabalhar a questão do uso adequado dos fones de ouvido, enfatizamos a necessidade do uso do protetor auditivo nas situações de lazer. Assim, nosso aluno aprende que a proteção auditiva deve acontecer sempre que haja situações de risco auditivo, e, com isso, quando precisar de utilizar no trabalho, será mais consciente e menos resistente”, explica a analista de saúde do SESI, responsável pelo serviço de fonoaudiologia no estado de Minas Gerais, a fonoaudióloga Carla Souto Bahillo Neves. 

O trabalho é fruto da tese de doutorado de Neves,defendida em 2014, na faculdade de medicina da UFMG, no programa de Saúde da Criança e do Adolescente, com o apoio da Oregon Health Science University (OHSU), de Portland. Segundo ela, o hábito de ouvir sons em volume alto com fones de ouvido pode causar sérios problemas de saúde a médio prazo.

Segundo ela, o hábito de ouvir sons em volume alto com fones de ouvido pode causar sérios problemas de saúde a médio prazo.

Durante a pesquisa, foram aplicados questionários em 922 alunos do ensino médio, em 2015. “Foi bastante gratificante ler as avaliações e ver ali registrado o reconhecimento da necessidade do programa, da qualidade da informação apreendida, da necessidade de mudança de atitude. As ações preventivas precisam começar cedo para evitar as perdas auditivas que infelizmente já encontramos”, diz.

A partir do projeto, a pesquisadora está desenvolvendo um programa de educação em saúde auditiva para as escolas do SESI em todo o Estado. Ela propõe mudanças de comportamento dos alunos para que não haja exposição ao ruído de risco. “Trabalhamos com a conscientização a respeito do perigo da exposição ao som abusivo, mostrando que há perdas auditivas em qualquer idade e que perda auditiva induzida por exposição ao ruído intenso é irreversível, mas 100% evitável”, alerta.

O trabalho educativo do projeto acontece por meio de seis encontros anuais no mínimo, e inserções em algumas matérias que devem trabalhar assuntos correlatos ao programa. Paralelamente às ações educativas são realizados exames audiométricos.

 

 

 

 

 

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