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FIEMG Regional Sul sedia seminário sobre gestão financeira

Palestras foram dadas por especialistas de renome nacional

O Sistema FIEMG, através de sua Regional Sul, sediou nessa quarta-feira, 31 de maio, um ciclo de palestras com o título ‘Organizando as Finanças e Educando para o Crédito’.

Com o objetivo de desenvolver a compreensão dos empresários sobre ações que possam gerar uma boa gestão financeira e também a qualificação para tomada de crédito no cenário político e econômico atual, o seminário foi ministrado pelos economistas Guilherme Velloso Leão e Maria Aparecida Bogado. O curso vem para suprir a necessidade de muitos empresários por mais informações sobre gestão financeira e dos fatores que integram o processo decisório do crédito e a como obtê-los de forma mais eficiente

Com o tema “Agenda para o Brasil sair da crise e acelerar seu crescimento potencial’’, o Economista Guilherme Velloso Leão abordou o contexto econômico e político nacional e internacional, as perspectivas para a economia brasileira e mineira em 2017 e 2018, os possíveis efeitos do cenário traçado sobre os negócios, reflexão sobre estratégias empresariais e discussão sobre a agenda de reformas estruturantes essenciais para acelerar o crescimento econômico do Brasil. Guilherme Velloso é Diretor Executivo e responsável ​pelas Comissões Técnicas Nacionais de Investimentos e Investimentos Imobiliários da Abrapp, Mestre em Economia de Empresas, realizou MBA em finanças IBMEC, fez Especialização em Previdência Priv​ada e é Economista pela PUC-MG. Atualmente é Economista-chefe da FIEMG, com a função de monitorar o desempenho mensal do ​setor industrial em Minas Gerais e captar expectativas dos empresários em relação ao momento atual e futuro da economia e seus negócios. É Diretor Presidente da CASFAM, caixa de previdência do Sistema FIEMG

Para Guilherme Velloso, “temos que discutir sobre as perspectivas da economia brasileira e o que a gente enxerga como agenda prioritária para fazer o Brasil avançar e passar a ter uma taxa de crescimento mais estável e num nível maior, porque o Brasil precisa de uma taxa de crescimento mais alta. Falar sobre como as empresas podem se preparar na sua área de gestão e de finanças para serem bem-sucedidas no acesso ao crédito, um ponto que eu considero essencial pois em muitos casos a dificuldade de acesso ao crédito não é decorrente de um endurecimento, de uma resistência forte do sistema financeiro, mas exatamente de uma falta de preparação de estruturação prévia da empresa para conseguir ter condições de acesso ao crédito”, pontuou o economista.

A economista Maria Aparecida Bogado tratou do tema ’Ações para uma boa gestão financeira e qualificação para o acesso ao crédito’’ que identificou alternativas que podem gerar recursos para a empresa e a real necessidade de crédito. Foram apresentadas possibilidades para o consumidor bancário, o que os bancos analisam antes de conceder o crédito e dicas para uma ter uma boa gestão financeira destacados nos tópicos ‘Cenário Político e Econômico e o Reflexo para as empresas’; ‘Um olhar para dentro da empresa’; ‘Organizando as finanças’; ‘Instrumentos gerenciais e financeiros’; ‘O que antecede a busca pelo crédito’; ‘O que o banco pode me oferecer’; ‘Os fatores que integram o processo decisório do crédito’; ‘Como se qualificar para o crédito’ e ‘Possibilidades para o consumidor bancário’.  Bogado é Economista, Consultora da Confederação Nacional da Indústria (CNI), especialista em financiamento e investimento com experiência no sistema financeiro nacional na parte de investimento e financiamentos e atuou também no Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa.

“Que possamos compartilhar experiências dessa vivência dentro do sistema financeiro e nesse momento atual de crise econômica e política, como é que a empresa pode estar preparada para se qualificar e buscar o crédito. Muitas vezes o problema não é a necessidade de crédito, mas sim, a empresa se organizar para buscar o mesmo. Vamos compartilhar informações e trazer um pouco desse cenário de crédito do que está acontecendo em outros estados, nas outras federações e procurar trazer para o empresário uma forma dele se qualificar para que busque um crédito de forma saudável para que possa aumentar a competividade da sua indústria e aumentar realmente a economia e a atividade produtiva do país”, ressaltou a economista Aparecida Bogado.

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