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Modelo de Smart Cities é destaque na abordagem em palestra de tecnologia

Como tornar as cidades mais inteligentes e conectadas é uma preocupação imediata

O conceito de Smart Cities (cidades inteligentes) vem ganhando espaço nas discussões sobre as necessidades sociais e com a era digital progredindo isso se torna uma realidade, otimizando os serviços. Esse assunto foi abordado na palestra realizada no CITIES (Congresso Internacional de Tecnologia, Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade) no dia 10 de agosto, em Uberlândia.

No encontro aberto ao público, empresários, estudantes e expetadores tiveram a oportunidade de tirar dúvidas e aprender com os palestrantes João Henrique de Souza Pereira Coordenador de Planejamento Tecnológico Integrado na Empresa Algar e André Fadel gerente de Desenvolvimento da Motorola Solutions, que ministraram o painel “Criando uma cidade inteligente para a era digital”.

Para conseguir que uma cidade seja inteligente, várias áreas são analisadas, como: economia inteligente, população inteligente, governança inteligente, entre outras. Segundo o ranking Connected Smart Cities 2017, da Urban Systems, Uberlândia está entre as 30 cidade mais inteligente e conectada do Brasil. “O conceito de cidades inteligentes vai além de estruturas inteligentes, ela é também uma cidade que oferece uma melhor qualidade de vida para o cidadão, aprimora os desenvolvimentos econômicos e permite que visitantes possam conhecer as cidades “declarou João Henrique.

As Smart Cities se definem pelo uso da tecnologia para melhorar a infraestrutura urbana. Dessa maneira, proporcionando soluções que otimizam serviços públicos por meio de plataformas de gestão, reduzindo custos operacionais de manutenção, tornando os centros urbanos mais eficientes e melhores de se viver. “O enfoque que a Motorola Solutions dá nessa tecnologia de cidades inteligentes, é pensando na administração pública e como isso resulta em melhorias para a população. O grande agregador de valor é reunir dados, sintetizar e definir as informações, posteriormente passar esse resultado às instituições e elas iram avaliar se vir para essas cidades geraria um desenvolvimento” enfatiza André Fadel.

Por Igor Altamiro

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