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Presidente do Sistema FIEMG participa de lançamento do Conselho de Desenvolvimento de Cataguases (Codec) na Zona da Mata

Iniciativa busca unir sociedade civil e poder público em busca de mais desenvolvimento para Cataguases

O Sistema FIEMG trabalha para o desenvolvimento de todas as regiões do estado. O presidente da entidade, Olavo Machado Junior, participou nesta segunda-feira, 11/12, do lançamento do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Cataguases (CODEC), na Zona da Mata. O presidente da FIEMG Regional Zona da Mata, Francisco Campolina, também prestigiou o evento. O CODEC é um conselho deliberativo, normativo e consultivo, para formular, supervisionar e propor a execução das políticas de desenvolvimento humano, econômico e sustentável e tem como função auxiliar a gestão do município na criação de planejamentos estratégicos a curto, médio e longo prazo.

O primeiro desafio proposto ao novo órgão é justamente pensar a cidade de Cataguases para os próximos 10 anos, ou seja até 2027, quando Cataguases completa 150 anos. A principal meta para o município é que na próxima década a cidade esteja entre os 10 melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) de Minas Gerais.

Para identificar as necessidades de Cataguases e os gargalos que impedem a cidade de crescer, de forma sustentável, um grupo de empresas, formado pela Energisa, Bauminas, Sicoob Coopemata e Supermercado Morais com o apoio da Zollern, se reuniu para financiar um diagnóstico que retratasse a situação atual de Cataguases. A Fundação Dom Cabral (FDC), foi a responsável pela elaboração de uma pesquisa e análise profunda de indicadores socioeconômicos para construção de propostas para o desenvolvimento da cidade.

O plenário é o órgão máximo de deliberação e será formado por representantes: do Município, Sinserpu, das faculdades estabelecidas na cidade, Sebrae, ACIC, FIEMG, CODEMIG, EMATER, CDL, Sindicatos Patronais, Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Indústria e Agricultura, veículos de comunicação de Cataguases, dos profissionais liberais, e entidades ou fundações ligadas ao terceiro setor. Cada membro terá direito a um voto.

Para o desenvolvimento dos projetos e propostas, o conselho contará com Câmaras Técnicas, sendo criadas inicialmente oito. As Câmaras Técnicas criadas inicialmente são: de Educação e Cultura, Saúde e Qualidade de Vida, Transporte, Infraestrutura Urbana e Meio Ambiente, Turismo e Esportes, Gestão Municipal, Segurança Pública, Assistência Social e Trabalho e Empreendedorismo. Dentro das Câmaras técnicas, diversas entidades, civis, religiosas e militares terão representatividade e serão responsáveis pela confecção dos projetos.

Olavo Machado Junior, presidente do Sistema FIEMG, destacou a iniciativa do empresariado da região. “Ao defender os interesses do município, o CODEC honra a memória de um povo empreendedor, dinâmico e, acima de tudo, corajoso. O empresariado e a indústria de Cataguases souberam, mesmo em um período de grave crise, como o que vivemos nos  anos, se reunir para estruturar e criar o Conselho. Ao criar essa importante ferramenta para o município, Cataguases cria espaço condições propícias ao diálogo aberto e ao fomento de desenvolvimento da região.

O presidente eleito do Codec, Humberto Lanzieri, enfatizou o entusiasmo pela criação do Conselho. Segundo ele, a partir de agora, a cidade conta com um fórum para a elaboração de propostas efetivas e concretas para Cataguases. Já o presidente do Conselho de Administração da Energisa, Ivan Müller Botelho, pontuou que “planejar o futuro em parceria com a sociedade  é um dos trunfos para o município e torna relevante a responsabilidade de atuação do Codec”. Além disso, Willian Lobo, prefeito de Cataguases, ressaltou que a cidade “só tem a ganhar com a instalação do Conselho”.

O senador por Minas Gerais, Antônio Anastasia (PSDB), pontuou o importante passo dado por Cataguases para o fomento do Conselho de Desenvolvimento. Além disso, ele enfatizou a união entre agentes públicos e privados visando o bem-comum para o município. “Sem a participação da sociedade civil, não há possibilidade de desenvolvimento integrado, por mais pujante que o Estado seja,” concluiu.

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