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Rede SESI de Virtudes

Educação SESI: conhecimento e cidadania. Uma escola para a vida.

Virtudes também se aprendem na escola. O SESI está lançando o projeto “Rede de Virtudes — Escola para a Vida”, com foco na prevenção ao bullying por meio da interiorização de valores junto aos alunos de suas escolas. São 13 mil estudantes da educação básica envolvidos diretamente pela campanha, que irá levar a reflexão e a prática do bem para o dia a dia das escolas. “A escola não pode pensar em ensinar apenas o conteúdo. Do mesmo jeito que o aluno aprende matemática, física, história, química, ele também pode aprender solidariedade, respeito, paciência, justiça e perseverança”, afirma a analista de projetos educacionais do SESI, Ana Amélia Rigotto. “Virtude é uma disposição de fazer o bem. São hábitos que precisam ser praticados constantemente para se incorporarem à personalidade de cada um”, completa. Amizade e respeito são forças muito poderosas na formação dos indivíduos e ajudarão a definir as interações das pessoas num futuro próximo. Que o "espírito do tempo"das próximas gerações seja permeado por valores muito nobres. 

Foram criados 12 personagens inspirados na série Pokémon, estilizados como na linguagem dos mangás e animes, histórias em quadrinhos e desenhos animados japoneses. Cada um representa uma virtude. Esses personagens serão inseridos em uma dinâmica de reflexão coletiva, segundo Rigotto. “A ideia é trabalhar cada virtude a partir da própria vivência dos alunos”.

A escolha dos personagens inspirados no Pokémon foi proposital, com o intuito de aproximar ao máximo o projeto do universo infanto-juvenil. Estarão representadas, por meio destes personagens, a paciência, o respeito, a solidariedade, a perseverança, a justiça, a honestidade, a compaixão, a gratidão, a generosidade, a tolerância, a gentileza e a lealdade. Material gráfico como adesivos, agendas, camisetas, mascotes servirão de estímulo para que os alunos participem de oficinas temáticas nas escolas.

Cada unidade terá liberdade para oferecer suas atividades, que podem ser, por exemplo, visitas a comunidades carentes, como forma de refletir sobre a solidariedade, ou a prática de Tai Chi Chuan para exercitar a paciência.

No início do ano, os alunos já participaram de um trabalho que serviu de ponto de partida para o projeto. Eles responderam, em cartazes presentes nos corredores, à seguinte pergunta: “o que é fazer o bem para você?”. “Algumas respostas serão selecionadas para compor um mural onde estará visível para toda a escola esta filosofia de ensino transformadora”, diz Rigotto.