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Atividade da Construção é a melhor para julho em oito anos

Aponta a Sondagem Industrial do mês de julho

A Sondagem da Industria da Construção de julho revelou aumento da atividade e do emprego pela primeira vez, após nove meses registrando queda. O nível de atividade continuou inferior ao usual para julho, sinalizando que o setor ainda tem muito espaço para crescer.

Os índices de expectativas com relação à atividade, aos novos empreendimentos e serviços e ao número de empregados nos próximos seis meses mostraram perspectivas positivas pela primeira vez em cinco meses, aproximando-se dos níveis pré-pandemia. As intenções de investimento registraram aumento pelo terceiro mês consecutivo, recuperando-se parcialmente da queda ocorrida de fevereiro a maio.

Desempenho da indústria da Construção mineira

O índice de atividade da Construção aumentou 2,2 pontos frente a junho (48,8 pontos) e atingiu 51,0 pontos em julho, registrando crescimento da atividade pela primeira vez em 10 meses. O indicador avançou 4,3 pontos na comparação com julho de 2019 (46,7 pontos) e foi o melhor para o mês em oito anos. O nível de atividade do setor foi quase o dobro do observado em abril (26,0 pontos).

O índice de atividade em relação à usual cresceu 1,8 ponto entre junho (31,7 pontos) e julho (33,5 pontos). O resultado, ao ficar abaixo dos 50 pontos, sinalizou atividade inferior à habitual para o mês. Entretanto, em relação a abril, observou-se incremento de 8,9 pontos. Frente a julho de 2019 (30,2 pontos), o indicador aumentou 3,3 pontos.

O índice de evolução do número de empregados avançou 4,7 pontos ante junho (48,3 pontos) e marcou 53,0 pontos em julho. Essa é a primeira vez, desde setembro de 2019 (52,6 pontos), que o indicador fica acima da fronteira dos 50 pontos, apontando elevação do emprego. O índice cresceu 7,9 pontos na comparação com julho de 2019 (45,1 pontos).

Expectativas da indústria da Construção mineira - Os índices de expectativa demonstram a percepção dos empresários com relação à evolução do nível de atividade, dos novos empreendimentos e serviços, da compra de insumos e matérias-primas e do emprego para os próximos seis meses. Valores abaixo de 50 pontos indicam expectativas de queda.

O indicador de expectativa com relação ao nível de atividade ultrapassou a linha divisória dos 50 pontos – após quatro meses abaixo desse patamar – e marcou 55,2 pontos em agosto, sinalizando perspectiva de aumento da atividade nos próximos seis meses. O índice cresceu 5,3 pontos frente a julho (49,9 pontos) e 1,1 ponto na comparação com agosto de 2019 (54,1 pontos), e foi o maior para o mês em oito anos.

Os construtores também antecipam avanço das compras de insumos e matérias-primas nos próximos seis meses, conforme indicador de 55,2 pontos em agosto. O índice cresceu 5,1 pontos em relação a julho (50,1 pontos) e 1,6 ponto frente a agosto de 2019 (53,6 pontos), e foi o mais elevado para o mês em oito anos.

O indicador de novos empreendimentos e serviços cresceu 9,1 pontos ante julho (44,0 pontos) e registrou 53,1 pontos em agosto. Com a elevação, o índice ultrapassou a fronteira dos 50 pontos e voltou a sinalizar expectativa de elevação no curto prazo, após quatro meses abaixo desse patamar. O indicador aumentou 1,6 ponto frente a agosto de 2019 (51,5 pontos) e foi o mais alto registrado para o mês desde 2012.

O índice de evolução do número de empregados avançou 6,3 pontos na comparação com julho (49,0 pontos) e marcou 55,3 pontos em agosto, apontando perspectiva de expansão do emprego pela primeira vez em cinco meses. O indicador aumentou 2,1 pontos ante agosto de 2019 (53,2 pontos) e foi o mais elevado para o mês em oito anos.

Intenção de investimento - O índice de intenção de investimento registrou o terceiro avanço seguido, marcando 39,3 pontos em agosto. Em relação a julho (35,3 pontos), o indicador cresceu 4,0 pontos e, na comparação com agosto de 2019 (33,9 pontos), avançou 5,4 pontos. O índice foi 7,3 pontos superior à sua média histórica (32,0 pontos).

A Sondagem da Indústria da Construção de Minas Gerais é elaborada pela Gerência de Economia e Finanças Empresariais da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

Para conferir o estudo completo, clique NESTE LINK.

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