Notícia

SENAI-MG desenvolve túnel de desinfecção para enfrentamento da Covid-19

Equipamento de higienização está instalado na Estação BHBus Pampulha

A Estação BHBus Pampulha, uma das mais movimentadas da capital mineira, é a primeira a receber o túnel de desinfecção desenvolvido pelo SENAI-MG para ajudar a reduzir a disseminação do novo coronavírus. O equipamento foi instalado na terça-feira (4/8) e utiliza névoa de água ozonizada, que contribui para a eliminação de vírus, bactérias e fungos na superfície do corpo, tais como cabelos e pele, além de objetos expostos, como óculos, malas e bolsas.

A iniciativa é uma parceria da FIEMG, por meio do SENAI-MG, Consórcio Operacional do Transporte Coletivo de Passageiros por Ônibus do Município de Belo Horizonte (Transfácil), BHtrans e Prefeitura de Belo Horizonte, que pretendem ampliar a ideia para todas as Estações de Integração da capital.

“Nós sabemos que no transporte público, de modo geral, é quase impossível manter as medidas de distanciamento recomendadas. A instalação do túnel, desenvolvido pelos nossos profissionais do SENAI-MG, colabora para que a população se sinta mais segura. E as pessoas podem ficar tranquilas porque a tecnologia usada na cabine não é baseada em produtos químicos. Isso significa que não há efeitos colaterais à saúde humana”, explicou Iara Abade, diretora da FIEMG.

Cabine Segura

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Segundo nota técnica do SENAI-MG, o túnel de desinfecção reduz possível transmissão para outras superfícies do ambiente por meio da emissão de uma névoa de água ozonizada. Desta forma, o equipamento processa a solução do gás ozônio na água em um percentual muito baixo e seguro, utilizado até mesmo para desinfecção de água para torná-la potável, de acordo com padrões determinados pela Anvisa.

Para o presidente do Transfácil, Ralison Guimarães, a união de forças é essencial neste momento em que o vírus tem se espalhado com maior rapidez.“Atualmente estamos enfrentando a Covid-19 em um cenário complexo com índices que apontam mais de 2 milhões de casos de pessoas infectadas e mais de 90 mil óbitos até o momento. Infelizmente essa curva está crescendo de forma acelerada e a iniciativa de oferecer mais uma alternativa de higienização vai contribuir para reduzir essa curva de contágio”, afirmou.

“Este procedimento não exclui a necessidade de continuarmos com as demais boas práticas como utilizar máscara, lavar bem as mãos, utilizar álcool 70% e até mesmo se manter em casa quando possível”, reforçou a diretora da FIEMG.

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