Notícia

Desenvolvimento dos territórios minerados em debate

Assunto foi abordado durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Local e Regional da FIEMG

O Conselho de Desenvolvimento Local e Regional da FIEMG se reuniu, dia 09/03, para apresentar e debater assuntos de interesse do setor e, um deles, foi o projeto Reconversão Produtiva para Territórios Minerados. Formado pela FIEMG, Sebrae e diversas entidades, têm o intuito de trabalhar a autonomia dos municípios que, atualmente, dependem da mineração para gerar renda. “É necessário que o trabalho seja realizado antes, durante e depois das operações de extração de minério, para que o desenvolvimento dos municípios seja economicamente e ambientalmente sustentáveis, garantindo a qualidade de vida para seus habitantes”, explicou Teodomiro Diniz, presidente do colegiado, pontuando que, mesmo com término da extração, ainda existem outras possibilidades de geração de renda ligadas à mineração, como, por exemplo, a exploração de rejeitos.  

Peterson Pedrosa, analista de projetos da FIEMG, apresentou o Projeto Territórios Minerados e Estrutura Administrativa para Mobilização no Interior. Segundo o analista, o projeto tem o intuito de ajudar os territórios minerados a identificarem outras vocações, diminuindo, desta maneira, a dependência econômica das empresas mineradoras, e implementar, em sintonia com as estratégias locais, uma série de iniciativas em conjunto com entidades parceiras. O projeto irá impactar 13 municípios: Belo Vale, Catas Altas, Conceição do Mato Dentro, Congonhas, Itabira, Itabirito, Itatiaiuçu, Nova Lima, Paracatu, Riacho dos Machados, Rio Piracicaba, São Gonçalo do Rio Abaixo e Tapira. 

Adriano Manetta, vice-presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), abordou a criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Belo Horizonte (CODESE-BH). Objetivo do CODESE, formado pela sociedade civil, é participar, apoiar e contribuir para o desenvolvimento local e regional. “Formar um conselho como este em Belo Horizonte é um grande desafio, devido ao tamanho do município”, pontuou Manetta, lembrando que o modelo que será seguido é do município de Maringá, no Paraná.

Criado em 1996, o CODESE Maringá é um caso de sucesso em todo o país. “Atualmente o Conselho de Maringá é responsável pelo planejamento da cidade e exerce influência até no controle das contas públicas”, afirmou Diniz.

Outro tema tratado foi o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC), que foi abordado por Leonardo Luiz dos Santos, diretor presidente da entidade. Santos explicou que o IPGC atua em parceria com a gestão das cidades por meio do planejamento estratégico e participativo para proporcionar o crescimento sustentável dos municípios e a qualidade de vida de seus moradores. Para isso, promove a aliança entre os setores público e privado.

Devido aos protocolos sanitários relacionados ao combate ao novo coronavírus, a reunião foi realizada de forma remota, para preservar a integridade dos participantes

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