Notícia

Negociação Coletiva é tema de oficina da CNI

Sindicatos das Indústrias e do Comércio participam do evento

Revisar a legislação prevista na Reforma Trabalhista e orientar diretores sindicais da indústria e do comércio foram os principais pontos da oficina sobre Negociação Coletiva, ministrada pela CNI, dentro do PDA (Programa de Desenvolvimento Associativo). Participaram os presidentes e diretores do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON), Sindicato Intermunicipal da Indústria do Vestuário do Alto Paranaíba (SINDIVEST)) e Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico (SINDIMETAL) – entidades filiadas à FIEMG e, ainda, o presidente e a advogada do Sindicato do Comércio Varejista (SINDCOMERCIO) . A oficina foi ministrada pelos instrutores da CNI, advogados Daniele Capobiango e Álvaro Moreira.

A instrutora Capobiango destacou que é de grande importância que os Sindicatos patronais percebam que o processo de negociação coletiva é uma prestação de serviços para as empresas associadas e que geram valor para a base representada. “É preciso acompanhar toda a movimentação na legislação; mudanças de comportamento da base do sindicato dos trabalhadores ou no cenário político e econômico do país. Tudo isso influencia no processo negocial”, comentou.

Ela enfatizou que a Reforma Trabalhista garante proteção aos trabalhadores; estimula as relações baseadas no diálogo; valoriza a negociação coletiva; aprimora as relações entre empregado e empregador e adequa as relações de trabalho ao mundo atual. “O sindicato tem prerrogativa para desenvolver um trabalho estratégico que influencia diretamente na competividade das empresas do seu setor”, salientou.

O presidente do SINDIMETAL e da FIEMG Regional Alto Paranaíba, Lisandro de Queiroz Bicalho, observou que além das informações trazidas pela oficina foi o momento de unir as entidades. “Esta união empresarial tem que acontecer”, reforçou. Ele destacou ainda que a negociação coletiva é uma oportunidade de se discutir a melhoria do ambiente de trabalho na empresa para o empregado. “Temos que aproveitar estas negociações para aumentar a produtividade, a interação entre empregado e empresa e não somente discutir o aumento salarial. Está em discussão todo o ambiente dentro da indústria”, enfatizou.

O presidente do SindComércio, Eduardo Soares, salientou que a oficina possibilitou a discussão de temas relevantes da Reforma Trabalhista. “Causa insegurança percebermos interpretações diferentes em relação à Reforma; edições de Medidas Provisórias e possibilidades de nova Lei Complementar. Essas discussões fazem com que se tenha mais segurança na defesa da classe empresarial. É preciso que aconteça mais vezes e que haja esta união das entidades empresariais independente do ramo de atuação”, comentou Soares.

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