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Redução da taxa Selic é condizente com o cenário econômico, avalia FIEMG

Corte exercerá papel indispensável para a melhoria das condições financeiras das empresas

O Comitê de Política Monetária (COPOM) reduziu a taxa Selic de 2,25% para 2,00%. A decisão é bem-vinda e condizente com o cenário econômico atual. Vários fatores de incerteza ainda estão presentes na economia global, e, sobretudo, na nacional. No Brasil, embora os indicadores econômicos mais recentes apontem que o pior ficou para trás, as perspectivas para o restante de 2020 ainda não são claras.

O nível de ociosidade da economia brasileira, que já era muito elevado no período pré-pandemia, vem sendo ampliado com as quedas históricas de produção dos setores industriais e de serviços. O mercado de trabalho também está em deterioração, a despeito das medidas de proteção do emprego e da renda.

Esse ambiente indica, portanto, que o cumprimento das metas de inflação é bastante confortável, permitindo a queda da taxa de juros. Portanto, a decisão de mais um corte da Selic exercerá papel indispensável para a melhoria das condições financeiras das empresas e, consequentemente, para uma retomada mais vigorosa da atividade econômica no período pós-pandemia.



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