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Zema recomenda a Jovens Industriais que reforcem participação política

Governador de Minas Gerais se pronuncia no último dia do II Encontro Nacional de Jovens Industriais, na sede da FIEMG

O último dia do II Encontro Nacional de Jovens Industriais, realizado pela FIEMG Jovem – entre 3 e 5 de novembro –, contou com a participação on-line do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que falou de forma especial com os mais de 70 participantes presenciais e outras dezenas de inscritos para a forma digital do evento.

Zema começou destacando a importância do apoio e da parceria entre a FIEMG e sua administração. “A FIEMG tem uma participação ativa, crítica, que dá sugestões, e isso enriquece nossas decisões”, admitiu. Flávio Roscoe, presidente da Federação, ressaltou, na ocasião, o quão comprometido com a melhoria do ambiente de negócios no Estado tem sido o governo de Zema.

O governador reforçou sua crença de que os governos precisam trabalhar lado a lado com o setor produtivo: “Temos tentado tornar Minas Gerais mais amigo de quem investe, de quem produz e, principalmente, de quem gera emprego”, frisou.

“A atividade empresarial é mais vista como quem destrói o meio ambiente e escraviza o trabalhador”, disse Zema, afirmando que essa é uma avaliação totalmente errada do setor produtivo no país.

Aos jovens industriais de vários estados brasileiros que participam do evento, o governador de Minas Gerais recomendou que participem mais da vida política do país. “Eu deveria ter participado ativamente de questões comunitárias, municipais e estaduais, como empresário. No Brasil, temos essa cultura de terceirizar a participação política, mas participar vai definir de maneira impactante a nossa vida”, ponderou.

Tributos

Para o governador, o “manicômio tributário” adotado no país trava o setor produtivo, ao passo que reformas como a trabalhista e a da Previdência estão incompletas e a tributária e administrativa não saem do papel. “Além da insegurança tributária, temos uma complexidade gigantesca”, lamentou, apontado que atribui a queda das exportações à questão tributária.

“O Congresso, às vezes, pauta questões secundárias, enquanto outras que gerariam impacto importante na vida de 210 milhões de brasileiros ficam escondidas. Vocês têm que ser mais participativos, para forçarem o Congresso a votar pautas que transformem a vida da sociedade”, considerou, ainda, o governador.

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