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Indústria aponta rumos da economia em Congresso Nacional de Executivos de Finanças

Presidente da FIEMG ministra palestra no encontro

A Reindustrialização e os Desafios do Desenvolvimento Brasileiro foram temas de palestra do presidente do Sistema FIEMG, Olavo Machado Junior, no XXV Congresso Nacional de Executivos de Finanças, encerrado no dia 19/09, em Belo Horizonte. “Precisamos da mobilização da sociedade para defender e construir um projeto de País comprometido com o desenvolvimento econômico e social brasileiro,” ressaltou, lembrando que é preciso superar fatores internos e sistêmicos que comprometem a competividade.

Na avaliação do presidente da FIEMG é preciso atuar para elevar a produtividade da indústria brasileira e reindustrializar o Brasil. Neste sentido é preciso superar fatores internos como escala e processos produtivos inadequados, mão de obra desqualificada, baixa terceirização, baixa inovação em processos e produtos, gestão e fatores sistêmicos como cadeias produtivas incompletas, porte das empresas, baixa integração a cadeias globais de valor. Ele observou que altos custos de produção e redução da viabilidade de uma série de investimentos, afetando a evolução da produtividade da indústria.

O presidente do Conselho de Administração da Cia Fiação e Tecidos Cedro  e Cachoeira, Aguinaldo Diniz Filho, concordou que é preciso uma mobilização pelo segmento, observando que em momentos de crise como a de 2008, quem salvou a economia de mercados integrados como o europeu foi a indústria de países como a Alemanha.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Asamar, Sérgio Cavalieri, vê sérios entraves que precisam ser superados. Para ele, a questão tributária brasileira é grave e afasta investidores pela complexidade desconexa. O empresário também vê uma crise de valores no ambiente brasileiro que precisa ser superada.

O ex-ministro da Indústria e Comércio João Camilo Penna, vê uma baixa confiança na política econômica brasileira com reflexos graves no ambiente de negócios. “Temos um ministro da fazenda desautorizado e uma política nefasta de juros altos que causam prejuízos incalculáveis para as empresas em nome de um combate a inflação que não cai”, disse.

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