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Conselho da FIEMG aprova contas da gestão 2021

Federação iniciará novo mandato, em maio, sem endividamento e com avanço do patrimônio líquido

Fotos Sebastião Jacinto Júnior

O Conselho de Representantes da FIEMG aprovou, nesta quinta-feira (7), todas as contas da gestão de 2021 do presidente Flávio Roscoe, que chegou a 31/12 com o equacionamento total de dívidas da Federação. Além disso, entre maio de 2018 e dezembro do ano passado, o patrimônio líquido da instituição registrou crescimento de 131%.

Mesmo com todo esse quadro de robustez econômica e financeira, Roscoe - que assume o segundo mandato à frente da FIEMG no próximo 26 de maio, em cerimônia no Minascentro, simultânea ao Dia da Indústria - anunciou para breve o lançamento de um novo modelo de negócios, que, entre outras coisas, criará uma unidade geradora de receitas e serviços nas 11 regionais da Federação e na sede, em Belo Horizonte.

Sindicatos fortes

O presidente da FIEMG ressaltou que os números divulgados são consequência do trabalho de gestão de todos. “A FIEMG só será forte se tivermos sindicatos fortes. Investir no movimento sindical é o que garantirá o futuro do associativismo”, reforçou Roscoe.

Entre os inúmeros trabalhos desenvolvidos pela FIEMG com o objetivo de acelerar os sindicatos, o presidente destacou o CrediFIEMG, cuja quantidade de ativos cresceu mais de 400% em quatro anos. A meta para 2022, anunciou Roscoe, é dobrar a fração de ativos atuais.

Na área de energia, o projeto Lado a Lado – Energia da Indústria, com o qual a FIEMG busca aproximar as empresas associadas da companhia energética, a fim de que seja agilizado o atendimento de suas demandas, foi abordado com destaque. Representantes das regionais da Federação que já receberam reuniões do projeto enalteceram os benefícios que esse acesso direto à Cemig proporciona, inclusive, para a melhoria do faturamento das empresas.

Em meio ambiente, a assinatura do que é considerado o maior termo de ajustamento de conduta (TAC) da história da mineração, com intermediação da FIEMG, concedendo prazos mais adequados para que cada empresa adeque barragens de rejeitos à legislação, foi tratada com relevância e como uma grande conquista para o setor minerário.

A gerente de Economia da FIEMG, Daniela Britto, ao apresentar um estudo sobre as perdas que poderiam afetar os municípios envolvidos, sem a assinatura do TAC, ressaltou o risco de que fosse interrompida uma atividade de forma abruta, afetando negativamente a economia dessas localidades.

Educação

Na educação, o presidente Flávio Roscoe lembrou a conquista pelo SENAI Minas do primeiro lugar em desempenho no país e que, com isso, a entidade receberá como prêmio, da CNI, R$ 1 milhão, para investimento de projetos. Segundo ele, no final deste ano SESI e SENAI terão 200 mil alunos no estado, reforçando o número atual, de 170 mil estudantes no sistema.

“O custo aluno/hora caiu quase 40% nestes quatro anos. O ensino é 100% gratuito. Reforçamos que, ao final deste ano, o equivalente a 1% da população de Minas Gerais já terá passado pelas instituições de ensino do SESI e SENAI no estado”, frisou Roscoe.

A Medida Provisória (MP) 1.108/22, que regulamenta o Teletrabalho, e a 1.109/22, que define condições especiais de empregabilidade para empresas situadas em municípios afetados por calamidades, como as últimas enchentes que atingiram Minas – ambas recentemente aprovadas –, foram destacadas pela gerente de Relações Trabalhistas da FIEMG, Verônica Flecha, como pleitos amplamente defendidos pela Federação.

Simples Nacional

Um alerta foi feito pela gerente de Assuntos Tributários da instituição, Luciana Mundim, às empresas adeptas do Simples Nacional. Ela frisou que termina no dia 29 deste mês de abril o prazo para adesão ao programa de reescalonamento de débitos no âmbito do Simples Nacional. “Temos 19 milhões de empresas no país que podem perder o Simples se não fizerem o parcelamento. Não deixem de fazer, porque vai haver exclusão de empresas que descumprirem”, observou.

Mundim informou ainda sobre o 1º Congresso de Direito Empresarial, a ser realizado pela FIEMG no fim de maio, dentro do projeto Imersão Indústria, abordando temas como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), questões de Direito Trabalhistas, entre outras. O link para inscrições no evento será divulgado em breve.

FIEMG Jovem

Sobre o FIEMG Jovem, que na atual gestão passa a ser definido como Programa de Desenvolvimento de Lideranças, seu atual presidente, Matheus Pedrosa, informou que representa 56 sindicatos e entrou em 2022 com 102 membros ativos, depois de encerrar o ano anterior com 42. O disputado processo seletivo de novos integrantes ocorre no meio deste ano, segundo ele, e, entre os pré-requisitos, então idade mínima de 20 e máximo da 37, ao entrar. A média de idade hoje está em 32 anos.

O Conselho de Representantes da FIEMG aprovou também que seja feita uma homenagem, em 26 de maio – por ocasião da posse dos novos diretores e do Dia da Indústria –, à Cedro Cachoeira, indústria mineira que está completando 150 anos e é a empresa mais antiga em funcionamento no país. A próxima reunião do Conselho de Representantes da Federação está prevista para 6 de maio.

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