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Uso de robôs colaborativos na indústria é pauta do encontro do FIEMG Jovem

Grupo de empresários realiza imersão no universo das tecnologias 4.0

O uso de robôs colaborativos é uma realidade em indústrias de todos os portes e nos mais diversos segmentos como o automotivo, alimentos, calçadista, não há limitações para essa tecnologia. Para conhecer mais sobre as possibilidades de ganho produtivo com a tecnologia, os membros do Programa FIEMG Jovem, em encontro realizado na terça-feira (1º/6), participaram da palestra “Robôs colaborativos e suas aplicações no dia a dia da indústria”, com Bruno Zabeu, gerente de Desenvolvimento de Negócios na Universal Robots, grande empresa dinamarquesa com atuação em todo o mundo.

Zabeu fez uma contextualização histórica da robótica e ainda trouxe casos reais da aplicação na indústria, nas artes e muito mais. “Robô não é algo só industrial, a robótica vai ter, cada mais vez, um papel fundamental na sociedade. A ideia de ter um robô já existe desde o século 3 antes de Cristo, quando o homem buscava algo que fizesse o trabalho dele. Um marco importante para os robôs vem no ano de 1959, com os primeiros robôs industriais. Desde então já foram utilizados, no mundo, mais de 2.700.000 equipamentos”.

Mas do que se trata um robô colaborativo? Segundo Zabeu, a flexibilidade do equipamento, a capacidade de poder ser usado para várias tarefas, a segurança no uso, a forma de apresentar soluções mais compactas e de baixa complexidade são características fundamentais. “O que ela tem de diferente? Pessoas diversas conseguem utilizar os robôs colaborativos, como médicos, fisioterapeutas, artistas, sempre de uma de forma simples”, explicou.

O gerente da Universal Robots afirmou que o segmento tem muito a prosperar nos próximos anos. “A partir do 5G, teremos um salto enorme na robótica. Podemos falar em Indústria 5.0, com customização em massa, upgrade das tecnologias antigas, fechando o gap criado pelas revoluções anteriores. A visão é que daqui para frente o ser humano será o centro e as tecnologias serão periféricas”.

Ricardo Aloysio e Silva, gerente de Tecnologia e Educação para a Indústria da FIEMG, contou que a entidade, por meio do SESI, atua na formação de profissionais para a área da robótica. “Acreditamos que o profissional para a Indústria 4.0 se constrói desde o Ensino no Fundamental. O SESI estimula o contato dos alunos com a programação e a robótica desde pequenos. E quando o aluno chega para fazer um técnico no SENAI ou na universidade, ele já tem isso latente na sua vivência”, contou. 

Pitch empresarial

A apresentação da semana foi realizada pelo presidente do FIEMG Jovem, Humberto Noronha, que apresentou a Adicel, empresa que fornece condimentos, temperos, aditivos, produtos de soja e outros insumos para fabricação de todo tipo de alimentos. “A empresa tem 24 anos, fundada pelo meu pai, e estou há 20 anos no comando. Temos uma linha completa de temperos, somos o maior distribuidor de proteína texturizada de soja em Minas e um dos maiores distribuidores de lecitina de soja do país. Hoje estamos presente no meio digital e o nosso e-commerce representa 30% do faturamento de empresa”, contou Noronha ao falar do desafio enfrentado para colocar a indústria com funcionamento on-line.

Matheus Pedrosa dos Reis, diretor de Marketing e Comunicação do FIEMG Jovem, apresentou o relatório trimestral das redes sociais do colegiado. “Estamos realizando a profissionalização das redes sociais e quem acompanha sabe a necessidade e a dificuldade em trabalhar nessas plataformas sem tráfego pago, por isso o engajamento dos membros é tão importante”, lembrou. De acordo com o diretor, em março, o Instagram do FIEMG Jovem tinha 525 seguidores e, em maio, alcançou a marca de 900, de forma orgânica.

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