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Indústria de Base Florestal debate assuntos importantes para o setor

Encontro virtual foi realizado na última quarta-feira (12/5)

A Câmara da Indústria de Base Florestal da FIEMG realizou sua reunião virtual dia 12/5. Os membros do colegiado puderam conhecer o “Mapeamento e caracterização de plantios florestais com imagens via satélite”, apresentado pelo presidente Fausto Varela Cançado. Também foram realizadas apresentações sobre inovação e tecnologia,  Programa de Fiscalização Preventiva na Indústria (Fapi), trabalho com resíduos de MDF e a sensibilização da sociedade sobre florestas plantadas e seu uso pelas indústrias também foram abordados no encontro.

De acordo com Cançado, todos os grandes consumidores de madeira ou derivados devem, por lei, usar madeira de origem nativa. “Toda a madeira que é utilizada, em nosso caso no setor de siderurgia, tem que ser oriunda de floresta plantada, mas isso tem que ser feito com antecedência de, no mínimo sete anos”, explicou.

Nesse sentido, o colegiado solicitou a elaboração de um mapeamento e caracterização de plantios florestais com imagens via satélite. “O objetivo é mapear e caracterizar plantios florestais homogêneos em nove estados que podem ser nossos fornecedores. Mapear as florestas plantadas, identificar o gênero, determinar o ano e o trimestre do plantio e estimar o estoque de madeira e a produtividade. Identificamos nove estados, que têm condições de atender em caso de necessidade da busca de carvão e confirmamos que Minas tem a maior área plantada de eucalipto”, contou.

O gerente de Inovação do Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) SENAI, André Zanatta, fez uma apresentação do que é o CIT SENAI. “O CIT tem a missão de promover a indústria mineira em sintonia com os interesses da sociedade, estimulando os valores da livre iniciativa e o empreendedorismo. Nosso centro é composto por vários institutos que fazem ensaios até mesmo projetos de grande porte”, afirmou Zanatta.

Saiba mais sobre o trabalho e os institutos do CIT SENAI aqui. 

Luiz Cláudio Melo Costa, pesquisador líder do Instituto SENAI de Tecnologia em Química, falou sobre quatro oportunidades, definidas pela Câmara, em que o CIT SENAI tem grande potencial para auxiliar as empresas do setor. São elas: linhas de pesquisa e inovação para o desenvolvimento de tecnologias de produção de biomassa para energia renovável; a produção de chapas a partir de resíduos de madeira e MDF; melhoria do rendimento gravimétrico na transformação de madeira em carvão; e um estudo de caracterização do carvão vegetal como não perigoso para o transporte terrestre.

“São temas que já foram discutidos com alguns sindicatos e esta é a oportunidade de centralizarmos na câmara para fazermos um esforço conjunto para o desenvolvimento do setor. A partir de agora vamos aguardar o retorno das empresas e, a depender das respostas, vamos construir propostas com soluções para estas demandas”, explicou Costa.

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