Notícia

Inovação aplicada na área de extração mineral

Tema foi discutido no evento Mineração: Nova perspectiva da Nova Zelândia

A Nova Zelândia é referência mundial no setor da mineração pela implementação de soluções tecnológicas de ponta, que respeitam o meio ambiente. E, para compartilhar a sua experiência na área, a New Zealand Trade & Enterprise (NZTE), agência para o desenvolvimento do comércio internacional do país neozelandês, realizou, no dia 15/06, o evento on-line Mineração: Nova perspectiva da Nova Zelândia

A abertura do evento, que teve a parceira da FIEMG, do Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (SINDIEXTRA) e da Agência de Promoção de Investimentos e Comércio Exterior de Minas Gerais (INDI) em sua realização, contou com a participação de Paulo Brant, vice-governador de Minas Gerais, Fernando Coura, presidente do Conselho Deliberativo do SINDIEXTRA, e Christopher Metcalfe, vice-cônsul da Nova Zelândia.

“Buscamos intensificar a parceria da Nova Zelândia com Minas Gerais no setor da mineração”, afirmou Brant, pontuando que tem admiração pela Nova Zelândia e que o país tem muitas semelhanças com o Brasil. “O setor de mineração é importante para a Nova Zelândia, entretanto, é mais ainda para Minas Gerais, que carrega esta vocação até no seu nome. É a base de nossa cultura”, ressaltou o vice-governador. 

“Somos mineiros, pois trabalhamos em minas
. Essa é a nossa origem e a mineração está presente em nosso estado há mais de 300 anos”, afirmou Coura. “ A parceria com a Nova Zelândia precisa crescer e a tecnologia desenvolvida pelos neozelandeses pode trazer para nossas empresas muito conhecido e aprimoramento”, disse ressaltando que o Brasil está na mineração 4.0 e que o país está cada vez mais aprendendo a minerar e a utilizar suas riquezas. “Sou de um tempo em que o aproveitamento das minas de ferro era de 15% e, atualmente, é de 85%, sendo que reciclamos 95% água utilizada, mas temos a capacidade de inovar ainda mais. Mas temos a capacidade de avançar também na produção de outros minérios, somos líderes de produção de nióbio, único produtor, no Brasil, de zinco e grafite”.

Já Metcalfe, ressaltou o cuidado com o meio ambiente que a Nova Zelândia tem em todas as suas atividades. “Somos um país muito comprometido com o meio ambiente e esse comprometimento é norteado pela inovação. Isso é estratégico na atividade de mineração, pois precisamos, cada vez mais, de soluções limpas e inteligentes”, afirmou o vice-cônsul.  

O setor de mineração neozelandês possui mais de 100 anos de história, contribui com 6,2% das exportações do país e é responsável por mais de 40% do PIB da costa oeste da Nova Zelândia. Atualmente, as indústrias do setor empregam diretamente mais de 6 mil pessoas. 

O evento também teve a participação, em seus painéis, de André Faria e André Zanata, ambos do Centro de Inovação e Tecnologia SENAI (CIT SENAI), Cristiano Monteiro Parreiras, assessor especial do SINDIEXTRA, e Rene Sterk, geólogo neozelandês e diretor da RSC Consulting, empresa especializada em serviços de consultoria internacional para o setor de mineração. 

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