Notícia

SINDINOVA e FIEMG trazem 15 importadores para a FENOVA

Parceria com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEMG viabilizou a vinda dos compradores internacionais

Foi realizada, na manhã do dia 13/08, a abertura da Feira de Calçados de Nova Serrana (FENOVA), que traz, pela primeira vez, o Projeto Comprador Internacional. Participaram da solenidade autoridades regionais, diretores da FIEMG e Sebrae, empresários do setor calçadista e lojistas. No ato, o presidente da FIEMG Regional Centro-Oeste, Paulo César Costa, representou o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe.

A mostra tem como objetivo apresentar os produtos do Polo Calçadista a lojistas e potenciais compradores de vários estados do Brasil e do mundo. Ao todo, 100 marcas vão expor as últimas novidades, tendências e lançamentos em calçados da coleção primavera/verão de 2019/2020.

De acordo com o presidente do SINDINOVA, Ronaldo Lacerda, o APL de Calçados de Nova Serrana vem se destacando pela força, competência e perseverança. “Através da união de todos é possível se desenvolver. Estamos inovando em produtos e percebemos grande avanço na comercialização. Já estamos presentes de maneira muito forte em todos os estados do Brasil e é hora de ir mais além”, enfatizou. Nova Serrana é hoje o segundo município com maior número de empresas exportadoras, totalizando 56 indústrias em 2018 que, juntas, enviaram 2 milhões e 800 mil pares de calçados a vários países do mundo.

Para Costa, o trabalho conjunto do Sindicato e entidades como Sebrae e FIEMG cumpre o papel de fortalecer o setor produtivo. “O importante da indústria é gerar riqueza; riqueza para os cofres públicos, riqueza para nossas empresas e para a sociedade”, finalizou.

Aumento da exportação

Na 23ª edição da FENOVA, a parceria entre o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (SINDINOVA) e o Centro Internacional de Negócios da FIEMG viabilizou a presença de 15 compradores internacionais provenientes da Argentina, Bolívia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana e Uruguai. A expectativa é que esta iniciativa gere excelentes resultados de negócios imediatos e futuros aos mais de 60 expositores participantes do Projeto.

Atualmente, a exportação representa 3% do volume total de vendas do Arranjo Produtivo Local. De acordo com o presidente do sindicato, este é um volume muito pequeno diante da capacidade produtiva das fábricas calçadistas. “No ano de 2018, nós tivemos mais de 50 indústrias que exportaram. Já estamos em 2019 com 37 exportadores dentro do Polo, então, são muitas empresas que têm condições de exportar. Nós queremos fazer um trabalho para dobrar as exportações. Isso vai aumentar o volume de nossas vendas como vai consolidar também a qualidade de nossos produtos”, enfatizou Lacerda.

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