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FIEMG e SINVESD entregam carta com demandas do setor confeccionista a Candidato ao Governo de Minas

Romeu Zema recebeu documento que defende equiparação da alíquota de ICMS para produtos da confecção

O Diretor da FIEMG Regional Centro-Oeste e Presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Divinópolis (SINVESD), Marcelo Marcos Ribeiro se encontrou, na tarde de hoje (05), com o Candidato ao Governo de Minas pelo Partido Novo, Romeu Zema. Na ocasião, o candidato visitou uma confecção, onde Marcelo fez a entrega de um documento propositivo com as principais demandas do setor confeccionista de Divinópolis.

O setor confeccionista é responsável pelo maior número de empregos de Divinópolis; na cidade, são quase 800 empresas e mais de 26 mil pessoas empregadas.

De acordo com o Diretor da FIEMG, Marcelo Ribeiro, que é empresário do setor, um dos principais gargalos da indústria confeccionista mineira é a defasagem na alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para tecidos e produtos da confecção. “A diferença de 6% se comparado a estados como São Paulo e Santa Catarina obriga empresários a buscarem matéria-prima fora de Minas, deixando de movimentar a economia do nosso estado e barrando o avanço do desenvolvimento do setor”, explicou.

Ainda segundo Marcelo, o encontro com os candidatos ao Governo de Minas representa um exercício de democracia e reafirma a preocupação das entidades com o desenvolvimento da Região. “A Federação e o Sindicato estão abertas ao diálogo com qualquer candidato; nosso objetivo é defender os interesses da indústria”, pontuou.

Sobre o documento entregue ao candidato, Marcelo defende a abertura ao diálogo direto com empresários. “As disfunções da carga tributária mineira comprometem o desenvolvimento econômico, por isso, solicitamos que o candidato, caso eleito, reveja a questão da tributação em Minas para os tecidos e produtos da confecção. A equiparação do ICMS será um propulsor no aumento da competitividade da indústria na região Centro-Oeste e em toda Minas Gerais”, finalizou o empresário.

Em resposta, o candidato, que é empresário, com lojas de varejo em vários estados do país, afirmou que Minas tem uma Legislação muito complexa, com exigências desnecessárias. Ainda segundo o aspirante ao Governo, o aumento indiscriminado de alíquotas provocou mais queda na arrecadação do que aumento, levando pessoas para a informalidade e transferindo empresas pra outros estados. “Vamos rever essa questão da equiparação da alíquota em diálogo com entidades como a FIEMG, para ter embasamento; só assim para resgatarmos a competitividade do estado”, finalizou.

 

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Gracielle Castro

Analista de Comunicação

FIEMG Regional Centro-Oeste