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Ministério da Defesa quer ampliar parcerias com a indústria mineira

Representantes do governo federal visitam as instalações do CIT SENAI

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Defesa (DECTI), general de Divisão, Luis Antônio Duizit Brito, esteve no CIT SENAI, dia 6/7, onde pode conhecer todo o potencial dos oito institutos de inovação e tecnologia e do FIEMG Lab, que estão instalados na unidade. A visita teve o objetivo de estreitar o relacionamento e estabelecer parcerias entre o Ministério da Defesa e a cadeia produtiva industrial mineira.

De acordo com o vice-presidente da FIEMG e presidente da Câmara da Indústria de Defesa e Segurança - Condefesa, René Wakil Júnior, Minas Gerais é o 3º PIB Industrial do país, mas apenas 7% da indústria da Defesa está localizada no estado. “São muitas as oportunidades para o estreitamento da parceria da Defesa com a indústria. O objetivo da FIEMG é fazer com que a cadeia produtiva da indústria de Defesa em Minas Gerais cresça, cada dia mais”, pontua.

Para o vice-presidente da FIEMG e gestor do CIT SENAI, Teodomiro Diniz, a parceria entre a indústria mineira e a Defesa deve ser fortalecida. “Trabalhar com a indústria da Defesa é fundamental para o CIT. Nós temos um grande centro de inovação e tecnologia, com uma equipe extremamente capacitada, trabalhamos com indústrias como ArcelorMittal, Stellantis, CBMM, Embraer, MRV, entre outras, e parcerias com universidades e centros de pesquisas mundiais, como a Fraunhofer. Temos muito interesse na aproximação de diversos setores”, ressalta.

Carlos Bork, assessor do SENAI-MG, mostrou as áreas de atuação e o desenvolvimento das tecnologias e pesquisas aplicadas pelos institutos, centros e laboratórios do CIT SENAI FIEMG para os representantes do Ministério da Defesa.

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Defesa (DECTI), general de Divisão, Luis Antônio Duizit Brito, afirma que o objetivo da visita foi mostrar as possibilidades em fazer parte da cadeia produtiva para a indústria de Defesa para o empresário que trabalha com inovação e tecnologia. O general ressalta que o Brasil tem carência de empresas qualificadas e certificadas, que tenham competências em inovação, para integrar os projetos de Defesa. “O sistema que a Defesa desenvolveu ao longo dos anos é utilizando a base da Defesa em segurança brasileira, como veículos cibernéticos, coletes, equipamentos médicos e rações. Não é só armamento, aliás dentro do escopo é a menor parcela, mas sim competência em controle do espaço aéreo, radares, todo o tipo de equipamento e material que o país precisa. Isso alavanca a base industrial da Defesa e Segurança e as exportações”, diz. O general Duizit reforçou ainda a importância de empresas e instituições se qualificarem como Empresas de Defesa (ED) e Empresas Estratégicas de Defesa (EED). “Empresas classificadas como ED ou EED têm uma série de benefícios tributários em toda cadeia produtiva ao negociar com as Forças Armadas”, afirmou.

O general ainda elogiou o trabalho do CIT SENAI na manutenção dos respiradores no início da pandemia da Covid-19, destacando a agilidade e competência no trabalho realizado.

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