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Ensino de excelência internacional

Alunos do SESI-MG são destaques no PISA for Schools

A Escola SESI Alvimar Carneiro de Rezende, de Contagem, foi destaque no PISA for Schools. A avaliação internacional avalia estudantes de 15 anos de idade, do 1º e 2º ano do ensino médio, com questão de Ciências, Matemática e Leitura. O PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudante), aplicado em 2017 em 46 escolas públicas e privadas, teve como objetivo analisar a aprendizagem dos estudantes das melhores escolas do Brasil, comparando com uma referência internacional, além de mapear os pontos fortes dessas escolas avaliadas e o que pode ser aperfeiçoado. Além do Brasil, os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Espanha e Moscou participam do programa.

Ao todo, 83 alunos do Ensino Fundamental realizaram a prova na Escola SESI Alvimar Carneiro de Rezende. O resultado foi surpreendente. Em Matemática, a escola teve uma pontuação média de 564,1 pontos, que é uma nota superior à média de Cingapura (564,0), país com o mais alto rendimento na última edição do Pisa, em 2015. No Brasil, a média é 377.  Jáem Leitura, a pontuação foi de 525,2 pontos, número 29% superior à média brasileira (407,0) e também próximo a Cingapura (535,0). Em Ciências, a unidade de ensino conseguiu 514,5 pontos, que é uma nota comparável com a do Reino Unido e superior a da Polônia, Portugal EUA e Rússia. Na Alvimar Carneiro de Rezende, 32% dos estudantes possuem os níveis mais elevados de proficiência - este percentual é três vezes superior à média alcançada pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que concentra apenas 10,7% dos alunos nestes níveis. Comparativamente, 1% dos alunos das escolas de todo o Brasil e 35% dos alunos de Cingapura atingem essas médias.

“O resultado do Brasil foi muito bom, acima até de países do primeiro mundo, como Finlândia, Cingapura e Estados Unidos” comenta, com orgulho, Rachel Timm Pisoler, gerente da escola SESI. Para a gestora, esse resultado é o reconhecimento do trabalho de toda a equipe. “Temos estratégias diferenciadas de ensino, como plataformas educacionais, aulas diferentes, incentivo à leitura e monitoria entre os alunos, aulões interdisciplinares e investimento na capacitação dos professores”, explica Pisoler.

Julia Ellen Campolina, 17 anos, foi destaque na prova de matemática. A estudante foi selecionada com mais 84 estudantes da escola para fazer a prova da OCDE, que foi realizada no Brasil pela Fundação Lemann. Trata-se da primeira edição do Pisa para as Escolas no país. A escolha das instituições foi feita a partir de uma amostra que levou em consideração os resultados em avaliações nacionais e o nível socioeconômico dos alunos.

A jovem, que fez o Ensino Médio do SESI articulado com Ensino Técnico do SENAI (Curso de Mecânica), conta que a avalição tinha questões abertas e fechadas.  “Achei interessante essa abordagem das questões abertas, que trataram de conhecimento geral, comportamento e sociedade”, lembra a estudante, que sonha em fazer medicina e, atualmente, se dedica a estudar para o ENEM.

A estudante mora próxima à Escola SESI Alvimar Carneiro de Rezende e, segundo sua mãe, Sandra Maria Campolina, a escolha do bairro foi em função da boa qualidade do ensino SESI. “Comparo o desempenho de meus filhos com o de sobrinhos, que estudam em outras escolas, e o resultado é diferenciado. Sinto que eles estão mais bem preparados para o mercado de trabalho, para a faculdade e para a vida”, afirma a salgadeira. “Julia estuda no SESI desde o Ensino Infantil e os bons resultados são visíveis”, pontua Campolina.

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