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Câmara da Indústria Automotiva da FIEMG investe em reforçar pujança do setor no estado

Reunião com representantes do governo discute temas como as possibilidades de revisão da tributação do GNV em Minas Gerais

A Câmara da Indústria Automotiva e Mobilidade da FIEMG recebeu o subsecretário de Promoção de Investimentos e Cadeias Produtivas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Frederico Amaral e Silva, em reunião, nesta quinta-feira (4/8), para que ele discorresse sobre projetos do governo voltados para reforçar o segmento no território mineiro.

O presidente da Câmara da Indústria Automotiva e Mobilidade da FIEMG, Valentino Rizzioli, lembrou que entre as atribuições das câmaras e conselhos da Federação está analisar, debater e fazer proposições ao presidente da entidade, Flávio Roscoe.

Cobrado especialmente sobre a porcentagem de taxação de ICMS sobre o GNV (gás natural veicular) em Minas Gerais – 18%, quando sobre outros gases pesam 15% do imposto –, Amaral apontou que essa é uma preocupação do governo, que tem sido debatida entre a Sede e a Secretaria de Estado de Fazenda. “Temos uma expectativa grande de que na reunião do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), no próximo dia 9, haja um refresco sobre essa questão tributária do gás”, ponderou.

Presidente do Sindicato da Reparação de Veículos do Estado de Minas Gerais, Alexandre Mol, observou que é difícil explicar ao setor o motivo de o GNV em Minas Gerais ser mais caro do que em estados como São Paulo e Bahia, por exemplo. Ele pediu ao subsecretário que a Sede que dê uma atenção especial à questão tributária do gás em Minas.

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Biogás e biometano

Amaral afirmou que isso será feito e lembrou que em recente reunião do Conselho de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e da Câmara da Indústria de Energia, Petróleo e Gás da FIEMG foi discutida a formatação de uma política de produção de biogás e biometano no estado nos próximos meses e que levar gás ao Triângulo Mineiro é uma das prioridades do trabalho.

Diante das explicações dos representantes da Sede de que a política tarifária do GNV no estado não depende da Gasmig, mas, sim, do governo federal, o Rizzioli sugeriu que o governo de Minas exija pagar à União pelo combustível o mesmo que os outros estados. Essa seria, segundo ele, uma alternativa para que o estado possa baixar o ICMS sobre o GNV, diminuindo o preço para o consumidor mineiro.

Entre os vários presentes à reunião da Câmara da Indústria Automotiva e Mobilidade da FIEMG nesta quinta-feira estava a assessora da vice-governadoria do estado, Marilena Chaves, que concordou com a necessidade de reforçar o apoio aos investidores que já estão instados em Minas.

Luisana Gontijo

Imprensa FIEMG

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